Mistérios Sobrenaturais

O TERCEIRO SEGREDO DE FÁTIMA

O Vaticano, sob à administração do Papa João Paulo II, divulgou no ano dois mil, O Terceiro Segredo de Fátima; o qual, foi revelado a três crianças portuguesas... Lúcia dos Santos, Francisco Marto, e Jacinta Marto, no dia 13 de julho de 1.917; e, segundo consta nos registros, estas foram às palavras da irmã Lúcia:

“Escrevo em acto de obediência a Vós, Deus meu, que me mandais por meio de Sua Ex.ª e Rev.ma O Sr. Bispo de Leiria e de Vossa e minha Santíssima mãe”.

“Depois das duas partes que já expus, vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora, um pouco mais alto, um anjo com uma espada de fogo na mão esquerda... ao cintilar, despedia chamas que parecia que iam incendiar o mundo... mas apagavam-se com o contato do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro. O anjo, apontando com a mão direita para a Terra, com voz forte, disse: — Penitência, penitência, penitência” - na verdade é, morte, fome, peste.

A Virgem   Marte

O anjo em questão, é o deus da guerra, simbolizado pelo o planeta Marte; que também, foi descrito como O cavalo - homem - vermelho no livro do Apocalipse.

Saiu outro cavalo, vermelho, e ao que estava montado sobre ele, foi-lhe dado que tirasse da terra a paz, e que os homens se matassem uns aos outros. Foi-lhe entregue uma grande espada” [Apoc. 6:4].

Como bem podeis observar na imagem (acima), o cavalheiro, é vermelho; e tem uma espada na mão esquerda... conforme, relatou a irmã Lúcia...

“Vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora, um pouco mais alto, um anjo com uma espada de fogo na mão esquerda”

Atentaram bem? Ela disse, uma espada na mão esquerda.

“E vimos numa luz imensa que é Deus: algo semelhante a como se veem as pessoas num espelho, quando lhe passam por diante” - um reflexo.

“Um bispo vestido de branco. “Tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre”

Atentaram bem? Eles tiveram um pressentimento de que era; mas, o relato não afirma que era um padre.

“Vários outros bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas, subiram uma escabrosa montanha”

Embora saiba à qual montanha ela se refere, e sobre o supracitado bispo vestido de branco; não se pode revelar aos homens; pois, não se dá, o que é Santo; aos impuros [Mt. 7:6].

“no cimo da qual, estava uma grande cruz de troncos toscos, como se fora de sobreiro com casca; o “Santo Padre”, antes de chegar aí... atravessou uma grande cidade meia em ruínas”

A Cidade em questão, também, não se pode revelar qual é.

“e meio trêmulo, com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho... chegando ao cimo do monte, prostrado de joelhos aos pés da grande cruz, foi morto por um grupo de soldados, que lhe dispararam vários tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns atrás dos outros os bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas e várias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de várias classes e posições. Sob os dois braços da cruz estavam dois anjos, cada um com um regador de cristal na mão, neles recolhiam o sangue dos mártires e com ele regava as almas que se aproximavam de Deus”.

Os eruditos dizem que tal vaticínio já se cumpriu no dia 13 de maio de 1981, quando o Papa João Paulo II percorria a Praça de São Pedro em seu papamóvel, saudando e abençoando os fiéis, quando de repente o turco Alí Agca, disparou contra o Papa peregrino, que caiu gravemente ferido.

Esta tentativa de assassinato só não acabou com sua vida porque a mão materna de Nossa Senhora interveio” – Concluíram assim os eruditos”. Porém, eu afirmo que ainda não aconteceu; pois, tal fato, dar-se-á num tempo muito distante.

Sobre o Terceiro Segredo de Fátima, o Michel de Nostredame, escreveu assim, na Centúria. IV. 49

Devant le peuple sang sera respandu,

Que du haut ciel ne viendra eslonger;

Mais d’un long temps ne sera entendu.

L’esprit d’un seul le viendra témoigner”.

Tradução:

O sangue deles será derramado ante o povo,

e ele não estará longe do céu.

Durante um longo espaço de tempo, não será ouvido,

até que o espírito de um só venha testemunhar”.

Este é um mistério de Deus, que não pode ser revelado aos homens...

O profeta Zacarias, citou assim estes dois personagens que serão mortos aos pés da grande cruz:

“Respondeu-me ele: Não sabes o que são eles? – disse o anjo... Tornei-lhe: Não, meu senhor.

Disse ele: São os dois ungidos, que assistem junto ao Senhor de toda a terra” [Zac. 4:13-14].

“Irmã Lúcia, Tuy (Espanha), 3 de janeiro de 1.944”

Assim, a irmã Lúcia revelou o Terceiro Segredo.

A primeira parte, fazia uma descrição do Inferno. A segunda parte, “previa o fim da primeira guerra Mundial, a eclosão de um novo conflito, e a conversão da Rússia”. Ambos já haviam sido antes divulgados.

No que tange a aparição da Virgem: revelo-vos neste momento que, no céu, há, anjos e espíritos Aperfeiçoados, que cumprem missões distintas aqui na Terra. Portanto, Ela, — à Virgem — foi mais um destes espíritos Aperfeiçoados.

Eis, o que me disse o anjo sobre à Aparição:

À aparição, Joel, trata-se de uma revelação pessoal, dada, apenas, aos três jovens: Lúcia, Francisco e Jacinta. Contudo, o nome que os homens deram à personagem: chamando-a de “Nossa Senhora”, foi de acordo com as pretensões e conveniência da Igreja Católica.

Continuar a ser a “Maior do que as outras, e o Papa acima de qualquer judicatura humana”. Assim: almejando, portanto, se manter ainda mais com supremacia sobre todas as outras Igrejas do Ocidente no século XX, a Igreja Católica, enclausurou Lúcia num convento; e a impediu de falar publicamente sobre à aparição, sem autorização prévia do Vaticano... até o início do século vinte e um.

Ora, sendo este, um ato significativo para milhões de católicos do mundo inteiro; sem sombras de dúvidas, tal segredo deveria ser revelado. Não é mesmo?

“Essa política da Igreja, é contrária ao ensino de Cristo! Pois, quando lhe convém, ela silencia as pessoas e, até lhes propõe regalias até o fim de suas vidas, com à possibilidade de se tornarem santos após a morte. Mas, no passado, se não seguiam suas ordens, elas eram queimadas vivas em um auto de “fé”.

Joana d'Arc e Jacques de Molay, o grão-mestre da Ordem dos Templários, assim como tantos outros ao longo dos tempos, foram exemplos claros desta “Política da Igreja”. Não há como esquecermos da “Santa Inquisição Católica”.

Portanto, mais uma vez eu vos afirmo: que, os fatos que envolvem O Terceiro Segredo de Fátima, dar-se-ão num futuro ainda muito distante. Por isso, eu, hoje, só posso revelá-lo, parcialmente; pois, “se os homens soubessem de todas às coisas espirituais... eles não se ocupariam em resolver às terrenas”.

S_H - SETEM - DIANE - BABYLON


Os Lobisomens

Aos sete anos de idade, alguns seres estranhos do mundo invisível, já me assustavam em visagens noturnas; mas, após a morte do Josheph, às aparições aumentaram e, o meu medo extrapolava; alimentado nessa época, pelo o mito dos vampiros e dos enigmáticos lobisomens:

A lenda do lobisomem é muito conhecida no folclore brasileiro, segundo a crença, em algumas localidades dizem que eles têm preferência por bebês não batizados, o que faz com que as famílias batizem imediatamente as suas crianças.

Cresci ouvindo falar que os lobisomens sugavam o sangue dos pagãos e, isso muito me assustava; pois, a Marian nunca se interessou em fazer o meu batismo. Portanto, eu sempre tive medo que um lobisomem viesse sugar o meu sangue; até, evitava sair de casa à noite, pois, sentia a presença da fera me rondando...

No início do ano mil novecentos e setenta e sete, já morávamos de aluguel, na rua Jaraguá, no bairro São João, em Vicente de Carvalho – Guarujá.

Então, ouvi comentários de que na quadra ao lado, à frente de um pequeno campo de futebol, lá morava um misterioso homem que não saía de casa; suspeitavam que ele se transformava em um lobisomem. Diante disso, eu, que, já vivia apavorado, só de ouvir falar na lenda; após às 18 horas me protegia, com medo da fera.

Três anos depois, a Marian trouxe os outros dois filhos dela, Mamon e o Vlad, para vir morar conosco, deixando na Bahia sua filha, Cali, com uma amiga, e o Fox, caçulo que nasceu, creio, dois meses antes da morte do Joseph; uma senhora o adotou como filho.

Certa noite, a Marian dormia com o Vlad, enquanto eu e o Mamon assistíamos televisão; então, às 23h35, ouvimos um forte barulho vindo do quintal, parecia rosnados de um cão com o bafejo dos cavalos; não me lembro se era noite de lua cheia, — nem me atreveria a ir lá fora averiguar — mas, sim, de ter cochichado isso, sem hesitar, no ouvido do Mamon:

— O lobisomem está lá fora, e Ele veio me buscar...

Apavorado, o Mamon se levantou e deitou-se entre o Vlad e a Marian que dormiam no outro beliche, agarrando-a; eu, então, me levantei, reduzi o volume da antiga televisão, e sentei-me no meu beliche, apoiando o corpo no canto da parede feita de compensado... em seguida, o Mamon e eu, ficamos calados com os olhos esbugalhados e o coração acelerado...

Nesse momento, ao lado da parede onde eu estava, a fera novamente rosnou enfurecida e, arranhou cinco vezes, creio, com as patas traseiras, o solo composto de restos de entulho; depois, exatamente no local onde eu pus a cabeça, ela cravou as garras e, arranhou três vezes o compensado... deixando-me paralisado de medo. Então, ela foi até a porta da frente feita de grossa madeira e a arranhou seis vezes, e se chocou nela quatro, tentando sem êxito arrebentá-la; aí, um silêncio assustador se fez presente...

Inexplicavelmente, a Marian e o Vlad não acordaram com o barulho, enquanto eu e o Mamon, de luz apagada, nos cobrimos com os velhos cobertores...

Ao amanhecer, relatamos os fatos aos demais da família, os quais se admiraram ao verem no compensado, ­— onde eu encostei a cabeça ­— no solo e na porta, às marcas profundas dos arranhões... feitas pelas as garras da enigmática criatura, nessa inesquecível noite tenebrosa.

Dias depois, as pessoas comentavam no bairro... que o misterioso homem parecia ter se mudado, ou, morrido dentro da sua sinistra casa, envolta com pés de coqueiro e matagal; pois, nela o silêncio se fez presente... e, ninguém se atrevia naqueles dias a aproximar-se do local.

No ano de mil novecentos e oitenta, a Marian comprou um enorme barraco em cima de palafitas, na rua dos Miosótis, no bairro Jardim Primavera-Guarujá; onde, meses depois, falavam que uma idosa um tanto sinistra, se transformava em lobisomem, rolando-se na cocheira... onde o filho bigodudo dela, criava três cavalos. Portanto, o medo no bairro não era só o meu, pois, todos os moradores da favela, evitavam sair de casa após as 23 horas, com medo da criatura.

Após as 2 horas da madrugada, era comum ouvirmos os latidos dos cães na vizinhança; os quais, logo eram substituídos por um silêncio assustador, o qual fazia-me ir dormir, na expectativa de que algo ruim fosse acontecer... Diziam que neste horário, a fera corria pelas as ruas e os cães a seguiam, porém, eles paravam e se emudeciam, quando ela se voltava para trás e lhes fitava os olhos...

“Nessa época, eu, e os meus amigos, o Anton e o irmão dele, Walter, e um outro vizinho nosso, o Georges; sempre jogávamos dominó na área da frente da casa do irmão do Anton, das 18 até às 23 horas:

— Vamos ficar sentados lá fora, até às 3 horas da madrugada, para ver o lobisomem passar, neguinho?

— Tu és louco, Anton? Eu tenho amor à vida. — Respondi-lhe”.

O barraco na favela onde eu morava, ele havia sido construído em cima de palafitas no lamaçal, nas paredes do meu quarto tinha algumas frestas de quase um centímetro de largura entre as tábuas; falhas, estas, que, muito me inquietava; quando eu via à escuridão da noite, vinda do lado de fora daquela habitação tosca...

Ao anoitecer, eu, rotineiramente ouvia o velho rádio tocar em baixo volume... músicas sertanejas antigas, que muito me relaxavam antes de dormir...

Entretanto, em uma dessas noites, o rádio tocava a música, Índia, de Cascatinha e Inhana:

“Índia seus cabelos nos ombros caindo... negros como a noite que não tem luar”...

Quando, de súbito, eu escutei pisadas no lamaçal... sucedidas por uma forte pancada na janela do meu quarto; em seguida, eu vi assustado pela a fresta vertical das tábuas, uma presa igual a de um cão, e um olho avermelhado me observando... segundos depois, foram dois temíveis olhos da mesma cor, por debaixo da fresta horizontal da janela.

Nesta noite tenebrosa, eu estava sozinho em casa, e não consegui dormir, após avistar a fera; então, fiquei o resto daquela noite, olhando para o meu cobertor que estendi nos pregos que havia nas tábuas... para evitar que ela me visse por entre as frestas.

Ao amanhecer, tive coragem e entrei na lama por entre as palafitas... bem no local onde a fera me apareceu, e, vi, por debaixo do barraco ao lado, que haviam sido retiradas três tábuas que impediam que alguém viesse da outra rua pelo o manguezal... indo de encontro aonde eu morava; então, recoloquei o obstáculo, e ripei todas as frestas que havia ao redor do nosso barraco.

O incrível, é que, neste caminho que foi aberto, creio, pela a enigmática criatura; um pouco mais à frente, à esquerda, ficava a cocheira, onde o filho da idosa sinistra acolhia os cavalos.

“Anos depois, o meu padrasto — o casado — comprou três enormes caminhões de entulhos para preencher o espaço externo que havia em volta das palafitas... e o interno, do piso do nosso barraco”.

Dias depois, o lobisomem também amedrontou a nossa vizinha Mari, a qual, se deparou com a fera a sua frente; momento este, no qual, eu também a vi, assim:

Após as 23 horas, o cão bassê da Mari, latia muito na área da frente da casa dela; nesse momento, eu pensei que fosse um marginal, passando pelo o lamaçal... em busca de algo que pudesse roubar.

Mas, temeroso com a fama do lobisomem, eu, aí, olhei por uma fresta que havia na janela de madeira do quarto da Marian... e, vi, uma criatura de cor cinzenta, peluda, com cerca de 1,65 metros — tamanho aproximado da idosa sinistra; ela tinha as orelhas pontiagudas, e o corpo em pé; e, olhava para o cão bassê à direita, latindo na área.

Enquanto eu a via pela a fresta, a fera parece que sentiu a minha presença e, então, ela girou o pescoço lentamente olhando em minha direção... daí eu tive medo que ela viesse me trucidar, e me escondi ao lado da janela.

Nesse momento, a Marian acordou, veio em minha direção... e cochichou:

— O que você está olhando, há alguém lá fora?

Quando esbocei abri a boca para lhe dá a resposta, nós ouvimos um grito de pavor dado pela a Mari:

— Minha Santa Virgem Mãe de Deus... O que é isso?

Desacompanhada do marido dela, o Arnold, que trabalhava à noite, a Mari, ao notar que o cão bassê dela parou de latir, ela abriu a porta da frente da casa, e o viu deitado com o focinho entre as patas... e, olhando muito assustado para o portão; a Mari, então, levantou a cabeça... e viu o lobisomem olhando para ela há uns três metros a sua frente; mas, a fera saiu em disparada... após ela gritar.

Tive grande dificuldade para dormir nessa noite.

Na manhã seguinte, eu, a Marian, a Mari e o Arnold, ao comentarmos sobre a aparição do lobisomem, a Mari confirmou:

— O lobisomem tem os olhos avermelhados!

Meses depois, o Cuxe chegou da escola às 23h45, então, ele entrou, e saiu rapidamente da casa que ele havia comprado do Georges; em seguida, o Cuxe entrou na casa da Marian; aí, o nosso cão Pastor Alemão chamado Dick, começou a latir sem parar; ele estava amarrado na área, à frente da porta da casa.

“Devido ao seu imenso tamanho e ferocidade, o Dick impôs medo aos marginais; assim, ele evitava que eles invadissem a nossa casa, passando por entre as palafitas”.

— Merda, deve ser o lobisomem à causa dos latidos, e eu, deixei a porta da minha casa aberta.

Nesse momento, a Marian costurava roupas na sua antiga máquina de pedal.

Após falar isso, o Cuxe correu e fechou a porta da casa de Marian... aí, o Dick parou de latir; o Cuxe, então, olhou por debaixo da porta, e viu o Dick deitado com o focinho entre as patas.

— Psiu, — disse ele — quietos. Acho que eu vi um vulto negro passando por entre à escuridão... e, indo de encontro ao lamaçal. Fiquei apavorado.

Nesta noite, o Cuxe não teve coragem de ir para a casa dele que ficou aberta, e dormiu na casa de Marian; à distância entre as duas casas, era de apenas uns seis metros.

Dias depois, o Cuxe e eu, conversávamos com alguns criminosos amigos dele, até que, surgiu a idosa sinistra que diziam se transformar em lobisomem; aí, para a minha surpresa, o Cuxe empunhou um revólver... e falou:

— Qualquer dia desse eu pegarei essa arma, e, atirarei num certo “animal” que circunda a minha casa; e, verei o que acontece.

A idosa com a testa enrugada e as unhas enegrecidas, ela o mirou arqueando as sobrancelhas... e saiu apressada do local. Meses depois, eu fiquei sabendo que ela tinha morrido; então, ninguém falava mais sobre o lobisomem, nem temia sair à noite no bairro, pois, o dito-cujo “misteriosamente” havia sumido.

Os mais antigos conhecem muitas histórias sobre os lobisomens, e, ao longo dos tempos elas vêm se propagando... hoje, pouco se fala sobre tal criatura nas capitais; os mais jovens nem acreditam que eles existem. Todavia, nas zonas rurais e interioranas do Brasil, é comum encontrar pessoas que passaram por experiências semelhantes às minhas, ou, sabem de alguém que avistou a fera.

Desde a minha infância, eu venho passando por diversas situações desagradáveis, mas, as correlacionadas aos lobisomens, se não me engano, elas se iniciaram aos seis anos de idade — com término, no ano 1982:

Nessa época, — 1972 — lá em Jequié-Bahia, no Baixão do Lajeado, havia um celeiro chamado: Casa de Farinha; local no qual os peões sempre produziam farinha de mandioca; mas, eles começaram a notar que a produção diária, que ficava esfriando à noite no grande tacho para torrarem, sempre sumia na manhã seguinte.

— Vamos nos esconder à noite no celeiro para pegarmos quem está nos roubando.

Disse um dos trabalhadores rurais.

Os três, então, se armaram com fações e chicotes, e apagaram os lampiões; depois, esperaram o “ladrão” que os roubava todas às noites. Aí, na madrugada, eles notaram um vulto indo e apoiando as patas no tacho, onde crestavam a farinha, e acenderam os lampiões.

— Minha Nossa Senhora. A criatura é um lobisomem!...

A história na íntegra, pode ser ouvida no vídeo abaixo: